Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97

NÃO DE ESMOLAS, NÃO ESTIMULE A MENDICÂNCIA
A esmola estimula o pedinte e não resolve o problema dele nem o da mendicância.

(Artigo 52 da Lei Municipal nº 2.962/97)

“Não é permitido a mendicância na cidade, quer em vias e logradouros públicos, bem como residências e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator (pedinte) ser encaminhado aos órgãos competentes do município”. (Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97)

NÃO DE ESMOLAS, NÃO ESTIMULE A MENDICÂNCIA

“Não é permitido a mendicância na cidade, quer em vias e logradouros públicos, bem como residências e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator (pedinte) ser encaminhado aos órgãos competentes do município”.
(Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97)

 

 

 

Não dê Esmola



“Não é permitido a mendicância na cidade de Varginha, quer em vias e logradouros públicos, bem como residências e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator (pedinte) ser encaminhado aos órgãos competentes do Municipio”. (Artigo 52 da Lei Municipal Nº 2962/97)

Perguntamos a vocês: É válido dar esmola? A Igreja sempre ensinou que dar esmolas é obra de caridade e que, portanto, é uma prática boa e piedosa. Porém, é necessário saber para onde vai o seu dinheiro. Dar esmola para um bêbado na rua é contribuir para que ele compre mais bebida; dar esmola para pedintes de farol pode contribuir para que eles continuem em situação de risco social, sejam explorados por terceiros e, principalmente, tranforme-os em pessoas estagnadas que não buscam a promoção da própria autonomia.

A pessoa que chega ao ponto de pedir esmola encontra-se em uma situação complicada: até que ponto o ser humano deve se humilhar para conseguir alguma coisa? O pior é que boa parte das pessoas que pedem esmola usam-na de forma ilícita, para comprar bebida ou drogas. Dependendo da situação, o melhor a fazer é comprar o alimento e entregar à pessoa. Chega-se a situações em que a pessoa passa a viver só de esmola, já que pedir esmola não requer muito esforço, apenas que se tenha um bom discurso capaz de sensibilizar o doador.

Geralmente há várias crianças junto, pedindo, sendo usadas para ganhar algo. A acomodação vêm em consequência, aumentando os números de pedintes, a degradação social e a perda da identidade cidadã. O importante é detectar a real necessidade da pessoa que pede e viabilizar o exercício da cidadania para esses cidadãos tão degradados sócio-economicamente.