Quando eles apresentam algum tipo de
problema de saúde, automaticamente são encaminhados ao Pronto
Socorro do Hospital Municipal Bom Pastor ou Centro de Apoio Psico-Social,
onde são medicados e se o caso for mais grave eles são encaminhados
para internação tanto a hospitalar quanto à de desintoxicação
e recuperação. O Albergue Municipal de Varginha funciona
24 horas, é um abrigo temporário e cerca de 90% dos recursos
financeiros são provenientes da Prefeitura de Municipal de Varginha.
“Não é permitido
a mendicância na cidade, quer em vias e logradouros públicos,
bem como residências e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator
(pedinte) ser encaminhado aos órgãos competentes do município”.
(Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97)
NÃO
DE ESMOLAS, NÃO ESTIMULE A MENDICÂNCIA
“Não é permitido a mendicância
na cidade, quer em vias e logradouros públicos, bem como residências
e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator (pedinte) ser encaminhado
aos órgãos competentes do município”.
(Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97)
Perguntamos a vocês: É válido dar esmola? A Igreja
sempre ensinou que dar esmolas é obra de caridade e que, portanto,
é uma prática boa e piedosa. Porém, é necessário
saber para onde vai o seu dinheiro. Dar esmola para um bêbado
na rua pode contribuir para que ele compre mais bebida; dar esmola para
pedintes de farol pode contribuir para que eles continuem em situação
de risco social, sejam explorados por terceiros e, principalmente, transforme-os
em pessoas estagnadas que não buscam a promoção
da própria autonomia.
A pessoa que chega ao ponto de pedir esmola encontra-se em uma situação
complicada: até que ponto o ser humano deve se humilhar para
conseguir alguma coisa? O pior é que boa parte das pessoas que
pedem esmola usam-na de forma ilícita, para comprar bebida ou
drogas. Dependendo da situação, o melhor a fazer é
comprar o alimento e entregar à pessoa. Chega-se a situações
em que a pessoa passa a viver só de
esmola,
já que pedir não requer muito esforço, apenas que
se tenha um bom discurso capaz de sensibilizar o doador. Geralmente
há várias crianças junto, pedindo, sendo usadas
para ganhar algo. A acomodação vem em consequência,
aumentando o número de pedintes, a degradação social
e a perda da identidade cidadã. O importante é detectar
a real necessidade da pessoa que pede e viabilizar o exercício
da cidadania para esses cidadãos tão degradados sócio-economicamente.
Pedir esmola não requer muito esforço, apenas que se tenha
um bom discurso capaz de sensibilizar o doador. O pior é que
boa parte das pessoas que pedem esmola usam-na de forma ilícita,
para comprar bebida ou drogas. A acomodação vem em conseqüência,
aumentando os números de pedintes, a degradação
social e a perda da identidade cidadã. Sendo assim, não
dê esmolas. As pessoas devem buscar a promoção da
própria autonomia.
Soluções:
:: Faça doações a entidades que você confia;
:: Seja voluntário ou estimule a ação dessas entidades;
:: Verifique se essas entidades funcionam bem;
:: Denuncie as entidades que não funcionam adequadamente.
Para denúncias, sugestões e informações
sobre as entidades cadastradas no município de Varginha, ligue
3690-2109
Ação de flanelinhas é crime e
deve ser denunciado
Você
sai no fim de semana de carro para dar uma volta pela cidade com a família
e resolve ir ao centro. Como não vai demorar muito, decide deixar
o carro na rua, para não pagar estacionamento. Entretanto, mesmo
que sejam apenas 15 minutos depois, lá vem ele, o flanelinha,
com olhar meio ameaçador, pedindo dinheiro por ter ‘cuidado’
do automóvel. Você, com receio de ter o patrimônio
arranhado, quebrado, é obrigado a pagar o valor que ele pede.
A cena parece familiar? Para muitas
pessoas, sim, uma vez que a atuação dos flanelinhas está
cada vez mais constante.
Os valores variam de R$ 1,00 ou mais,
dependendo do local em que está estacionado e do evento que ocorre
no momento. Alguns chegam até mesmo a pedir o pagamento antecipado,
como uma ‘promoção’. Outros reclamam das moedas
que recebem e xingam os motoristas. Entretanto, o que esquecem, é
que estão em uma via pública e, neste caso, não
podem cobrar pelo estacionamento.
Na verdade, este tipo de ação
é crime contra a liberdade individual, contra o patrimônio
e ameaça e contrangimento. O mais correto é o motorista
chamar a Polícia Militar ou a Guarda Municipal e
depois registrar um boletim de ocorrência. Sempre aconselhamos
as pessoas a não darem dinheiro, mas muitas têm receio
com o que os flanelinhas podem fazer. Alguns chegam a ameaçar.
Uma ação é realizada
pela guarda municipal para tentar identificar os flanelinhas que atuam
na cidade. Depois, com os dados, verificaremos se têm ou não
ficha criminal e, assim, tomar alguma atitude, se necessário.
As atuações dos flanelinhas são crimes e devem
ser denunciadas pela população”,
Os Flanelinhas
Os
flanelinhas não têm autoridade legal para fornecer seus
serviços.
Os flanelinhas dizem que guardam os carros, mas eles não possuem
autorização, então como podem “guardar”
os veículos?
Os flanelinhas dizem “proteger” os carros, mas contra quem
os carros precisam ser protegidos?
Nós, motoristas, sentimo-nos coibidos pela atitude ds flanelinhas,
pois eles são muito incisivos e indelicados…
Os flanelinhas chegam e se apossam dos estacionamentos públicos,
como se estivessem privatizando essas áreas, mas quem lhes concede
autorização para tais atos?
Os flanelinhas ficam apontando vagas quando os motoristas se aproximam
dos estacionamentos, mas os motoristas não precisam que se lhes
apontem vagas – nós as podemos ver com nossos próprios
olhos…
Os flanelinhas ficam supostamente auxiliando os motoristas a estacionar,
dizendo “venha! venha! tá bom!” - mas nós
motoristas não precisamos de auxílio para estacionar,
muito menos tal imprestável auxílio…
Os flanelinhas nos forçam a aceitar um serviço não
requerido por nós motoristas.
Nós, motoristas, sentimo-nos ameaçados – pois se
não aceitarmos os serviços forçosamente oferecidos
pelos flanelinhas, ficamos temerosos de que eles atentem contra nossos
veículos.
Nós motoristas não temos mais tranqüilidade ao estacionar
nem ao voltarmos para nossos veículos, pois logo um ente desconhecido
se aproxima com abordagem ameaçadora.
Os flanelinhas fazem serviço ilegal em vias públicas;
se algum incidente ocorrer com os veículos que eles julgam proteger,
quem responderá pelo prejuízo, já que o serviço
é ilegal?
Nós motoristas, como cidadãos, não podemos ser
coagidos a aceitar, por um serviço ilegal.
Há quem diga ser melhor que os flanelinhas guardem carros do
que saiam roubando por aí. Mas devemos ver bem que não
há nenhuma relação entre esses dois atos…
Antonio Santos.
Secretaria de Habitação
e Promoção Social – SEHAP, Av. Benjamin Constant,
1000 Bloco 01 - Centro
e-mail: sehap@varginha.mg.gov.br