NÃO DE ESMOLAS, NÃO ESTIMULE A MENDICÂNCIA
A esmola estimula o pedinte e não resolve o problema dele nem o da mendicância.

Todas as noites uma ronda é realizada pela Guarda Municipal e a SEHAP, que percorrem todas as praças e logradores públicos, onde são recolhidos moradores de rua e andarilhos, que Geralmente são oriundos de cidades vizinhas e são conduzidos até o Albergue Municipal, que se localiza no bairro de Fátima, possuindo 18 leitos masculinos e oito femininos, onde eles tomam banho, recebem roupas limpas, jantam e passam a noite. No dia seguinte, tomam um café, fazem um cadastro com uma assistente social e recebem uma passagem para a cidade de origem.

Quando eles apresentam algum tipo de problema de saúde, automaticamente são encaminhados ao Pronto Socorro do Hospital Municipal Bom Pastor ou Centro de Apoio Psico-Social, onde são medicados e se o caso for mais grave eles são encaminhados para internação tanto a hospitalar quanto à de desintoxicação e recuperação. O Albergue Municipal de Varginha funciona 24 horas, é um abrigo temporário e cerca de 90% dos recursos financeiros são provenientes da Prefeitura de Municipal de Varginha.

“Não é permitido a mendicância na cidade, quer em vias e logradouros públicos, bem como residências e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator (pedinte) ser encaminhado aos órgãos competentes do município”. (Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97)

NÃO DE ESMOLAS, NÃO ESTIMULE A MENDICÂNCIA

“Não é permitido a mendicância na cidade, quer em vias e logradouros públicos, bem como residências e estabelecimentos comerciais, devendo o infrator (pedinte) ser encaminhado aos órgãos competentes do município”.
(Artigo 52 da Lei Municipal nº 2,962/97)


Perguntamos a vocês: É válido dar esmola? A Igreja sempre ensinou que dar esmolas é obra de caridade e que, portanto, é uma prática boa e piedosa. Porém, é necessário saber para onde vai o seu dinheiro. Dar esmola para um bêbado na rua pode contribuir para que ele compre mais bebida; dar esmola para pedintes de farol pode contribuir para que eles continuem em situação de risco social, sejam explorados por terceiros e, principalmente, transforme-os em pessoas estagnadas que não buscam a promoção da própria autonomia.

A pessoa que chega ao ponto de pedir esmola encontra-se em uma situação complicada: até que ponto o ser humano deve se humilhar para conseguir alguma coisa? O pior é que boa parte das pessoas que pedem esmola usam-na de forma ilícita, para comprar bebida ou drogas. Dependendo da situação, o melhor a fazer é comprar o alimento e entregar à pessoa. Chega-se a situações em que a pessoa passa a viver só de esmola, já que pedir não requer muito esforço, apenas que se tenha um bom discurso capaz de sensibilizar o doador. Geralmente há várias crianças junto, pedindo, sendo usadas para ganhar algo. A acomodação vem em consequência, aumentando o número de pedintes, a degradação social e a perda da identidade cidadã. O importante é detectar a real necessidade da pessoa que pede e viabilizar o exercício da cidadania para esses cidadãos tão degradados sócio-economicamente.
Pedir esmola não requer muito esforço, apenas que se tenha um bom discurso capaz de sensibilizar o doador. O pior é que boa parte das pessoas que pedem esmola usam-na de forma ilícita, para comprar bebida ou drogas. A acomodação vem em conseqüência, aumentando os números de pedintes, a degradação social e a perda da identidade cidadã. Sendo assim, não dê esmolas. As pessoas devem buscar a promoção da própria autonomia.

 

 

Soluções:

:: Faça doações a entidades que você confia;
:: Seja voluntário ou estimule a ação dessas entidades;
:: Verifique se essas entidades funcionam bem;
:: Denuncie as entidades que não funcionam adequadamente.

Para denúncias, sugestões e informações sobre as entidades cadastradas no município de Varginha, ligue 3690-2109

 

Ação de flanelinhas é crime e deve ser denunciado

Você sai no fim de semana de carro para dar uma volta pela cidade com a família e resolve ir ao centro. Como não vai demorar muito, decide deixar o carro na rua, para não pagar estacionamento. Entretanto, mesmo que sejam apenas 15 minutos depois, lá vem ele, o flanelinha, com olhar meio ameaçador, pedindo dinheiro por ter ‘cuidado’ do automóvel. Você, com receio de ter o patrimônio arranhado, quebrado, é obrigado a pagar o valor que ele pede.

A cena parece familiar? Para muitas pessoas, sim, uma vez que a atuação dos flanelinhas está cada vez mais constante.

Os valores variam de R$ 1,00 ou mais, dependendo do local em que está estacionado e do evento que ocorre no momento. Alguns chegam até mesmo a pedir o pagamento antecipado, como uma ‘promoção’. Outros reclamam das moedas que recebem e xingam os motoristas. Entretanto, o que esquecem, é que estão em uma via pública e, neste caso, não podem cobrar pelo estacionamento.

Na verdade, este tipo de ação é crime contra a liberdade individual, contra o patrimônio e ameaça e contrangimento. O mais correto é o motorista chamar a Polícia Militar ou a Guarda Municipal e depois registrar um boletim de ocorrência. Sempre aconselhamos as pessoas a não darem dinheiro, mas muitas têm receio com o que os flanelinhas podem fazer. Alguns chegam a ameaçar.

Uma ação é realizada pela guarda municipal para tentar identificar os flanelinhas que atuam na cidade. Depois, com os dados, verificaremos se têm ou não ficha criminal e, assim, tomar alguma atitude, se necessário. As atuações dos flanelinhas são crimes e devem ser denunciadas pela população”,

Os Flanelinhas

Os flanelinhas não têm autoridade legal para fornecer seus serviços.
Os flanelinhas dizem que guardam os carros, mas eles não possuem autorização, então como podem “guardar” os veículos?
Os flanelinhas dizem “proteger” os carros, mas contra quem os carros precisam ser protegidos?
Nós, motoristas, sentimo-nos coibidos pela atitude ds flanelinhas, pois eles são muito incisivos e indelicados…
Os flanelinhas chegam e se apossam dos estacionamentos públicos, como se estivessem privatizando essas áreas, mas quem lhes concede autorização para tais atos?
Os flanelinhas ficam apontando vagas quando os motoristas se aproximam dos estacionamentos, mas os motoristas não precisam que se lhes apontem vagas – nós as podemos ver com nossos próprios olhos…
Os flanelinhas ficam supostamente auxiliando os motoristas a estacionar, dizendo “venha! venha! tá bom!” - mas nós motoristas não precisamos de auxílio para estacionar, muito menos tal imprestável auxílio…
Os flanelinhas nos forçam a aceitar um serviço não requerido por nós motoristas. Nós, motoristas, sentimo-nos ameaçados – pois se não aceitarmos os serviços forçosamente oferecidos pelos flanelinhas, ficamos temerosos de que eles atentem contra nossos veículos.
Nós motoristas não temos mais tranqüilidade ao estacionar nem ao voltarmos para nossos veículos, pois logo um ente desconhecido se aproxima com abordagem ameaçadora.
Os flanelinhas fazem serviço ilegal em vias públicas; se algum incidente ocorrer com os veículos que eles julgam proteger, quem responderá pelo prejuízo, já que o serviço é ilegal?
Nós motoristas, como cidadãos, não podemos ser coagidos a aceitar, por um serviço ilegal.
Há quem diga ser melhor que os flanelinhas guardem carros do que saiam roubando por aí. Mas devemos ver bem que não há nenhuma relação entre esses dois atos…
Antonio Santos.


Secretaria de Habitação e Promoção Social – SEHAP, Av. Benjamin Constant, 1000 Bloco 01 - Centro

e-mail: sehap@varginha.mg.gov.br